quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Meu Amor,


Hoje escrevo-te sem pensar muito, sem racionalizar as ideias e os sentimentos, porque na minha opinião, o que o coração transmite deve ser apenas sentido e guardado. Há um manto vermelho a cobrir-me, um manto aveludado e quente, porque na tua ausência tudo é tão sem cor, tudo é tão frio e pálido...sim meu amor, preciso de me manter viva para te abraçar de novo, e por isso alimento-me das lágrimas da saudade que escorregam do meu rosto para estas palavras sujas mas totalmente tuas. Entre mim e o teu coração há uma corrente de amor onde as águas do mar param e louvam, e contemplam a união das nossas mãos. As estrelas ajoelham-se aos nossos pés, porque o amor, este amor nosso que ilumina e aquece o Sol, é demasiado brilhante, belo e sobretudo verdadeiro. Sabes, hoje sonho contigo...com o amanhã do teu lado. Com o horizonte pintado de sorrisos teus e beijos doces. Meu amor, as saudades são demasiadas, mas o teu relógio apazigua-me a alma, e traz-me a serenidade...cada dia te amo mais, e anseio a tua volta, a tua voz a chamar por mim. Dentro de alguns dias, estaremos novamente unidos como nunca antes... «3


A tua sempre, Estrelinha

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Amo-te demais


Amo-te como nunca amei e como jamei imaginei que fosse possivel amar... amo-te hoje mais do que ontem e menos do que amanhã.

Amo-te de uma forma tão pura e verdadeira... um amor que quero partilhar contigo para o resto da minha vida.



Vou ter saudades tuas!

sexta-feira, 25 de julho de 2008


O vento já me trouxe tanta coisa má, boa, saudável, alegre, e algumas que me fizeram perder em lágrimas. Hoje, vou à janela olhar as estrelas e agradecer ao vento por me ter trazido o teu coração, meu querido. Muito mais do que estas palavras é o sentimento que elas cobrem...



A estrelinha passou cá...

terça-feira, 8 de julho de 2008


Prometeste que me levavas ao farol…aquele farol tão bonito e alto, que quase toca no céu. Veremos as pessoas a que chamaste de formigas e sentiremos a magia de ser como um pássaro, de ver aquele mar a acarinhar a areia e a bater nas rochas firmes. Sim, talvez consigamos ver a tua constelação, aquela de que falas. Aquela que, se pudesses, davas-me a mão e sobrevoavas o céu, para me mostrar. Desceremos à praia e rebolaremos entre as dunas e a erva que cresce, e correremos como duas crianças a fugir uma da outra. Mas, os olhares que nutriram o carinho entre nós durante toda aquela noite, foram e serão sempre mais especiais do que qualquer passeio. Foi o gesto que nos fez mover e correr para nos falarmos. A magia do olhar é mais forte do que qualquer palavra, do que todas aquelas que trocámos até hoje… A ansiedade de voltar a encontrar aquele vulto, o teu vulto, de cruzar os meus olhos com aqueles, os teus, é grande, muito maior do que a vontade de trocar a mais simples das palavras. A ti, meu querido, que me fizeste mover, deixo-te um beijo, um beijo no coração…